cajuDUB


A pressão do ensino

Posted in EDUCAÇÃO por Rwf em 30 de março de 2010

Para que serve um barômetro?

 Anda circulando pela Internet uma historinha falsa, mas muito edificante. Nossa versão foi retirada do site do professor de ciências da computação Valdemar Serzer, da USP. Uma versão em francês (também reproduzida no site) afirma que a história é do começo do século.

 

Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova de física que recebera nota zero. O aluno dizia merecer nota máxima. Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido.

 

Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova: Mostre como se pode determinar a altura de um edifício bem alto com o auxílio de um barômetro. A resposta do estudante foi a seguinte: Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e em seguida levante, medindo o comprimento da corda; esse comprimento será igual à altura do edifício.

 

Sem dúvida a resposta satisfazia o enunciado, e por instantes vacilei quanto ao veredicto. Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha respondido à questão, mas sua resposta não comprovava conhecimentos de física, que era objeto da prova. Sugeri então que ele fizesse outra tentativa de responder à questão. Meu colega concordou prontamente e, para minha surpresa, o aluno também.

 

Segundo o acordo, ele teria 6 minutos para responder à questão, demonstrando algum conhecimento de física. Passados 5 minutos, ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida. Mas o estudante anunciou que não havia desistido. Ele estava apenas escolhendo uma entre as várias respostas que concebera.

 

De fato, um minuto depois ele me entregou esta resposta: Vá ao alto do edifício, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo t de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h = (1/2)gt2, calcule a altura do edifício. Nesse momento, sugeri ao meu colega que entregasse os pontos e, embora contrafeito, ele deu uma nota quase máxima ao aluno.

 

Quando ia saindo da sala, lembrei-me de que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas. Ele disse: Ah! Sim, há muitas maneiras de achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro. Por exemplo: num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando-se uma simples regra-de-três, determina-se a altura do edifício. Um outro método básico de medida, aliás, bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas tem-se a altura do edifício em unidades barométricas. Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo com um pêndulo, o que permite a determinação da  aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, obtêm-se duas acelerações diferentes, e a altura do edifício pode ser calculada com base nessa diferença. Se não for cobrada uma solução física para o problema, existem muitas outras respostas. Minha preferida é bater à porta do zelador do prédio e dizer: ‘Caro zelador, se o senhor me disser a altura deste edifício, eu lhe darei este barômetro’.

 

A essa altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta esperada para o problema. Ele admitiu que sabia, mas estava farto das tentativas do colégio e dos professores de dizer como ele deveria pensar.  

 

Fonte

PARA que serve um barômetro? Disponível em: <http://www2.ufpa.br/ensinofts/barometro.html&gt;. Acesso em: 24 jan. 2007.

 

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Distração

Posted in DISTRAÇÃO por Rwf em 22 de março de 2010

..e assim Adão perdeu o paraíso.

🙂

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Copa Aquidabã FM de Futsal. CajuDUB lá.

Posted in Sem categoria por Raimundo Morais em 21 de março de 2010

O CajuDUB junto a  Aquidabã FM entendem que o esporte é um poderoso agente na socialização. Ele funciona como uma ferramenta poderosa e eficaz para que os todos os praticantes sejam incluídos na sociedade, para que eles desenvolvam habilidades para conviver com outras pessoas, para que descubram seus próprios potenciais e se vejam como capazes diante de si e diante do mundo. Assim, a nossa equipe embarca até Aquidabã para acompanhar tudo sobre a Copa Aquidabã FM de Futsal que se inicia amanhã no Ginásio de Esportes “O Carlão”. O evento estende-se até o dia 03 de Abril, véspera de 1 ano de aniversario da emissora interiorana. Aquidabã FM.

Atualmente esse tipo de projeto que a emissora e sua equipe esportiva, Timaço do Morais,  adotou tem sido revertido e o esporte é um dos grandes responsáveis por isso. Além do benefício da socialização , o esporte tem contribuído para uma: elevação da autoestima daqueles que sofrem constantemente o preconceito; valorização das diferenças; minimizar a marginalidade, já que tira das ruas jovens muitas das vezes necessitados, que não possuem oportunidades; e construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Além disso, a prática de esportes pelos adultos serve de modelo e exemplo para os jovens e até mesmo as crianças a ingressarem no mundo dos esportes e começarem desde cedo a construção de uma autoestima positiva, que as levem a serem verdadeiros cidadãos quando se tornarem adultos.

A Copa Aquidabã FM de Futsal, que tem a organização da sua equipe esportiva, começa amanhã e vai até o dia 03 de Abril, o CajuDUB acompanhará tudo, e você não vai perder nada.

                                            Imagem do Gui@ do Esporte

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FOTOS! …do 3° Forró do Candeeiro

Posted in FOTOS por Rwf em 14 de março de 2010

Para ver todas as FOTOS do 3° Forró do candeeiro, CLIQUE  AQUI:

CLIQUE  AQUI

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3º Forró do Candeeiro

Posted in MÚSICA por Raimundo Morais em 13 de março de 2010

Se pararmos para analisar, veremos que o forro está na raiz de cada um de nós nordestinos. No Nordeste não a mês de forró como no resto do Brasil, e sim o ano inteiro repleto de festas forrozeiras. Neste sábado, dia 13 de Março, o CAJUDUB vai até o interior do Estado de Sergipe, na queridinha Aquidabã, a capital da beleza sergipana para contar um pouco mais desta cultura genuinamente nordestina.

O CAJUDUB trará tudo do 3º Forró do Candeeiro que acontece logo mais na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) local. Junto com a equipe CAJUDUB desembarca a banda de forró, Nordestinos do Forró, que apresentará aos interioranos um repertório preenchido de forró pé de serra, valorizando a prata de todos nós nordestinos.

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De volta para o Futuro I/II/III

Posted in CINEMA por Rwf em 11 de março de 2010

Ao longo dessa semana tenho revisto a obra-prima do  Robert Zemeckis- DE VOLTA PARA O FUTURO– e como era de se esperar, tenho suspirado bem ao passar de cada cena. Sou fã incondicional das artes dos anos 80, principalmente do cinema; muito foi feito com muito pouco de recursos impensáveis naquela década, (recursos) que seriam presente num futuro próximo. O Zemeckis usa como base na sua trilogia a ficção, mas não para por aí: ação, comédia, romance e diversão; tudo bem encaixado, e no seu devido lugar, transforma a obra num clássico inesquecível e fascinante.

Como se não bastasse o peso da direção, outro ser bem conhecido deu as caras no roteiro- Spielberg. Além das atuações de Michael J. Fox (Marty McFly), Christopher Lloyd (Dr. Emmett Brown), Lea Thompson (Lorraine Baines McFly), (…); E assim, cada detalhe se fez diferente.         

“O Delorean tem um design fantástico, e o modo como a história brinca com as possibilidades de se visitar o futuro são geniais – e exploradas de maneira ainda mais brilhantes e complexas no segundo filme da franquia. Quem, com mais ou menos mais do que vinte e cinco anos de idade, nunca quis ter um na garagem um dia? O efeito de foguinhos no chão tornou-se clássico de imediato, assim como diversas outras seqüências: a do relógio, a perseguição nas ruas, o baile… De uma ponta à outra, tudo o que você verá é necessário para a máquina interna e inesquecível para o público alvo.”- Por Rodrigo Cunha

 

A gente poderia levantar discussões sobre alguns fatos recorrentes e duvidosos quando se refere a ‘viagem no tempo’; mas de certa forma em ‘De volta para o futuro’ seria desnecessário, já que a história mantém uma sutilidade invejável, e qualquer casquinha seria apenas para encher o saco.

 

Curiosidades:

“- Originalmente, era intenção de Robert Zemeckis que a máquina do tempo fosse construída em uma geladeira. A idéia foi abortada porque havia o temor de que crianças resolvessem escalar geladeiras e até mesmo entrar nelas, por causa do filme;

-Um teatro mostrado em 1955 possui dois títulos em um cartaz: “A Boy’s Life” e “Watch the Skies”. Eles são nada mais nada menos que os títulos iniciais de dois grandes sucessos da carreira de Steven Spielberg, E.T., O Extra-terrestre  (1982) e Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977);

-No laboratório de Doc Brown, quando Marty McFly conecta sua guitarra em uma caixa amplificadora, aparece um aviso com os dizeres “CRM-114”. Trata-se de uma homenagem a dois filmes do diretor Stanley Kubrick, já que CRM o nome do decodificador de mensagens de Dr. Fantástico (1964) e 114 o número serial da exploração em Júpiter, de 2001 – Uma Odisséia no Espaço (1968)”

Fontes:

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Notívagos

Posted in CINEMA,MÚSICA por Rwf em 7 de março de 2010

“Um escrete com sonoridade própria, cheia de grooves peculiaríssimos e experimentações inflamáveis. Capaz de incendiar até o mais frio dos terreiros do velho mundo, de levantar o fogo morto de ritmos quentes abafados pelo discurso da tradição, como o próprio frevo (o hit “Quando a maré encher” é frevo, meu bem!), entre outras façanhas infernais. Fica, então, o alerta: a Eddie é combustão certeira. Cuidado, principalmente se você brinca com álcool… Por Roberto Azoubel, a.k.a. Doutor Estranho (www.doktorestranho.blogspot.com)” http://www.myspace.com/bandaeddie

 

A banda EDDIE desembarca na nossa terrinha dia 20 de março para participar da Sessão Notívagos– evento alternativo que “procura unir na sua programação, dentro de uma perspectiva transversal, todas as artes, teatro, dança, música, filmes, entre outras manifestações artísticas”- com uma quantidade limitadíssima de ingressos poucas pessoas terão a oportunidade de prestigiar o evento que acontecerá no Cinemark do Shop. Jardins. Com o seu som de altíssima qualidade e toda experiência adquirida ao longo desses anos com influências em nada menos que “Mundo Livre s/a, Stooges, Mutantes, Goran Bregovic, Nação Zumbi. Balkan Beat Box, Lee Perry, Janes Adiction, João Gilberto, …” esse show PROMETE! 

1 filme + shows das bandas Cabedal e Eddie + 3 bebidas (água, refri ou cerva)

 …e aí, vai perder?!!

 

Mais informações nos links:

fontes:

http://www.myspace.com/bandaeddie

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=53773892

cajuDUB

Posted in COMENTADO por Rwf em 7 de março de 2010

CAJUDUB foi concebido de uma ideia antiga, porém inesperada no momento em que foi colocada em prática. A proposta inicial era criar um clima de ‘sala de amigos’ onde pudéssemos discutir e opinar sobre os assuntos que estávamos sempre à procura e que sempre nos causaram interesses, alguns dos quais não tínhamos (temos) formação nem conhecimentos profundos para serem realmente debatidos, mas que por força de vontade fossem colocados em pauta e discutidos. Sendo assim, utilizaremos uma linguagem informal esperando que todos se sintam em casa, ou melhor, numa sala de amigos.

Por que “CAJUDUB” ?

      1.   O caju (do tupi-guarani acayu ou aca-iu, com o significado ano, uma vez que os indígenas contavam a idade a cada safra) é muitas vezes tido como o fruto do cajueiro (Anacardium occidentale) quando, na verdade, trata-se de um pseudofruto. O que entendemos popularmente como “caju” se constitui de duas partes: a fruta propriamente dita, que é a castanha; e seu pedúnculo floral, pseudofruto geralmente confundido com o fruto. Este constitui-se em um pedúnculo piriforme, amarelo, rosado ou vermelho, geralmente carnoso, suculento e rico em vitamina C e ferro, comestível, de onde se preparam sucos, mel, doces, passas e cajuína, uma bebida sem álcool. Sendo seu cultivo bastante comum no nordeste brasileiro.

       2.   O Dub surgiu na Jamaica no final da década de 60. Inicialmente era apenas uma forma de remix de músicas Reggae, nos quais se retirava grande parte dos vocais e se valorizava o baixo e a bateria. Muitas vezes também se incluía efeitos sonoros como tiros, sons de animais, sirenes de polícia, etc.

                                                                               Fonte: Wikipédia

 

Com todas as RAÍZES bem PRÓXIMAS do Brasil, e com um som DESCONTRAÍDO e ao mesmo tempo BEM TRABALHADO, a ideia não poderia ser outra; unimos o DUB ao CAJU típico NORDESTINO- rico em vitamina C e ferro, e bem conhecido do povo ‘tupi-guarani’- e assim, ao final dessa mistura de SOM, COR, CHEIRO e SABOR, obtivemos definitivamente como resultado o nosso PSEUDOFRUTO.

Eduardo,

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